quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

"Vestida de negro e calada, toda mulher tem aspecto de inteligente"

(Nietzsche)

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A beleza e a tristeza da vida podem estar em situações como esta: descobrir, tarde demais, que se ama uma pessoa. Pode acontecer até com quem está ao nosso lado neste instante. Parece que é um amor morno e sem graça, e que se acabar, tanto faz, e só daqui a muitos anos descobrir que nada era mais forte e raro do que este sentimento. Tarde demais é uma expressão cruel. Tarde demais é uma hora morta. Tarde demais é longe à beça. Não é lá que devemos deixar florecer nossas descobertas.


Martha Medeiros

domingo, 24 de janeiro de 2010

"Eu acho que a gente não deve perder a curiosidade pelas coisas: há muitos lugares para serem vistos, muitas pessoas para serem conhecidas. Tudo isso estimula a gente, clareia a cabeça, refresca. Por que não? "

C.F.A

Lenine - Paciência


Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não para

Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora vou na valsa
A vida é tão rara

Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós

Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (Tão rara)

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para (a vida não para não)

Será que é tempo que me falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (tão rara)

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei,a vida não para (a vida não para não... a vida
não para)

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

"Criança, fui vacinado católico, mas já perdi a imunidade."


Augusto José Hoffmann


quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Escolha uma faculdade. Escolha um curso. Escolha cuidadosamente um bar. Escolha fazer um tour pelos bares. Escolha viver com cervejas baratas e comida instantânea. Escolha cheirar as roupas pra saber se elas estão usáveis. Escolha virar a noite fazendo um trabalho que deveria ter sido feito um mês atrás. Escolha não estar em casa para ouvir reclamações. Escolha infinitas festas em casas de desconhecidos. Escolha cair de sono em aulas e seminários.Escolha freqüentar aulas bêbadas. Escolha ligar pedindo dinheiro para os pais. Escolha fazer todas as coisas que seus pais disseram para não fazer. Escolha dormir amontoado com seus amigos. Escolha ter apelidos mais estranhos. Escolha fazer varias cooperativas com suas amigas. Escolha amigas fodas. Escolha as noites mais baratas que você já teve. Escolha começar o fim de semana dois dias antes. Escolha feriados prolongados com final flexível. Escolha levar sacos de roupas sujas pra casa pra sua mãe lavar. Escolha dormir em qualquer lugar. Escolha aumentar seu nível de tolerância ao álcool. Escolha a melhor fase da sua vida. Escolha seu futuro. Escolha ser UNIVERSITÁRIO!

domingo, 8 de novembro de 2009

Non curo. Si metrum non habet, non est poema.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

EM REFORMAS!

sábado, 17 de outubro de 2009

'Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. (...) As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora.' [orkut pati]

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

"...A memória tem sempre essa tendência otimista de filtrar as lembranças más para deixar só o verde, o vivo. Antigamente, sempre era melhor, ainda que não fosse. Talvez porque já esteja, lá, tudo solucionado e a gente possa se ver, no tempo, como quem vê uma personagem num livro ou filme: aconteça o que acontecer, há um fim definido, predeterminado. Essa espécie de improvisação do agora, do que está sendo moldado, causa muito mais angústia. Não temos, como no samba, a menor idéia de como será o amanhã."
[CFA]